Editando vídeos verticais no iMovie, no iPhone

Como editar vídeos verticais no iPhone usando iMovie e depois cropar as barras negras laterais. Em duas partes. Moleza total!

1. How to edit vertical video in iMovie on your iPhone! (2021): https://youtu.be/39isSpiQipU

2. (UPDATE!) How to Edit Vertical Video in iMovie on iPhone without Black Bars (2021): https://youtu.be/o2UrSxZAdYs


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Para quando bater saudade da Zona Sul do Rio de Janeiro


Pode esgarçar no zoom...

Vista do Corcovado

http://gigapan.com/gigapans/66020

Vista do Pão de Açúcar

http://gigapan.com/gigapans/58857



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“Planeta Água”, de Guilherme Arantes (MPB-Shell 1981)


Foi a maior marmelada da história dos festivais brasileiros de música quando “Planeta Água”, de Guilherme Arantes, ficou em 2º lugar no MPB-Shell 1981, mesmo exaltada e aclamada pelo público no Maracanãzinho. Mas o tempo mostrou qual música ficou no coração da gente.

Guilherme Arantes - Planeta água (Festival MPB Shell) 1981:

https://youtu.be/PCLe9yFzVYE

* * *

Um pouco da história da canção — “Guilherme Arantes - Planeta Água (DVD Uma Viajante Alma Paulistana)” —, em que aos 2'22'' o artista menciona que Rick Wakeman era um dos jurados do evento e gostou da música:

https://youtu.be/G12PUWcTw8E

Sobre o dito festival:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Festivais_de_M%C3%BAsica_Brasileira#MPB_Shell_81

* * *

Purpurina, canção de Jerônimo Jardim interpretada pela atriz e cantora Lucinha Lins, foi a primeira colocada do MPB-Shell 1981, e recebeu a maior vaia da história dos festivais. Foram cerca de dez minutos de demonstração de descontentamento – o público preferia Planeta Água, de Guilherme Arantes, que fora defendida pelo próprio autor. A canção obteve o segundo lugar, ficando em terceiro o samba Mordomia, de Ari do Cavaco e Gracinha, cantado por Almir Guineto. Lucinha Lins consagrou-se como a melhor intérprete. Os vencedores receberam prêmios em dinheiro.

Fonte: https://memoriaglobo.globo.com/entretenimento/musicais-e-shows/mpb-shell-especial/


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E aí, a China vai ou não vai dominar o mundo?

Conheça os dois lados da questão. 


1. Acabo de assistir a essa apresentação de 8 anos atrás sobre "Quando a China dominar o mundo..."


«When China Rules the World»


https://youtu.be/3G1EyvRZmOs (em inglês)


The University of Melbourne


Publicado no YouTube em 19 de setembro de 2012


Presented by: Martin Jacques


As part of a public lecture series questioning Australia's Role in the World, Asialink is proud to present best-selling author and leading China expert Martin Jacques, for the launch of an updated version of his critically-acclaimed book "When China Rules the World: the End of the Western World and the Birth of a New Global Order". 


* * *


2. E aqui uma visão diametralmente oposta. Vale a pena olhar os dois ângulos contraditórios dum tema. 


«Why China Will Not Become the Dominant Power in Asia»


https://youtu.be/_AvNT3vyzr0 (em inglês)


ANU TV


Publicado no YouTube em 26 de março de 2015


Public Lecture by Emeritus Professor Paul Dibb and Adjunct Associate Professor John Lee.


The belief that China will soon become the dominant power in Asia is based on assumptions that its continued and rapid economic rise, and its emergence as a regional peer of America's in military terms is all but assured. Such a belief underpins arguments that a fundamental strategic reorganisation of Asia is inevitable, and that it will be necessary and perhaps even desirable to concede to China significant 'strategic space'. Dependent largely on linear extrapolations about the future, such arguments ignore the implications of China's economic, social and national fragilities, its lack of major friends or allies in the region as well as the considerable military deficiencies and challenges faced by the People's Liberation Army. With the Defence White Paper due for release in 2015, the government should bear in mind that planning for an era of Chinese dominance in the region—or even its emergence as an American strategic peer in Asia—would be premature if not improbable. Australia should not design its defence force for war with China, but it should be able to counter Chinese coercion and contribute to Allied military operations if necessary.


Paul Dibb is Emeritus Professor of Strategic Studies in the Strategic & Defence Studies Centre, Coral Bell schol of Asia-Pacific Affairs, ANU. He was head of the Strategic and Defence Studies Centre from 1991 to 2004. Before that he held the positions of deputy secretary for Defence, director of the Joint Intelligence Organisation and head of the National Assessments Staff. He studied the former Soviet Union for over 20 years both as a senior intelligence officer and academic. He advised ASIO on certain Soviet activities. His book The Soviet Union--the Incomplete Superpower was published by the International Institute for Strategic Studies , London in 1986, reprinted 1987 and second edition 1988.


John Lee is an Australian academic working on international economic and security affairs with a focus on the Asia-Pacific. Lee is an adjunct associate professor at the Australian National University's Strategic and Defence Studies Centre, a Michael Hintze Fellow at the Centre for International Security Studies, University of Sydney and a senior scholar at the Hudson Institute in Washington, DC. Lee is a board member of the Institute for Regional Security.



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EUA 🇺🇸 Como esconder um império

Excelente palestra em inglês de um historiador contando o que aconteceu em torno do ataque a Pearl Harbour e como transcorreu a Segunda Guerra no Oriente, ressaltando a postura americana em relação às suas colônias. Muito coisa interessante e surpreendente dessa palestra eu ignorava por completo. 

Daniel Immerwahr: «How to Hide an Empire»


* * *

Chicago Humanities Festival 

Publicado no YouTube em 25 de nov. de 2019 

Ask people to draw a connection between the words "America" and "colonies," and most will conjure up revolutionary images of 1776. But America's colonial history extends much further than the 18th century, and involves a different power dynamic, one in which America was the colonizer, not the colonized. For example, in 1945, the US claimed jurisdiction over more people living outside the States than inside them. In How to Hide an Empire, Northwestern professor Daniel Immerwahr traces the crucial yet oft-obscured role that US overseas territories have played in the development of the nation. From island colonies to military bases, Immerwahr will illuminate America's evolving influence abroad, giving crucial context for contemporary American foreign policy.  

This program is presented in partnership with the Alice Kaplan Institute for the Humanities. This program was recorded on October 27, 2019.  

See upcoming CHF events: https://chicagohumanities.org​


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De moto costeando o Brasil do sul até o norte

Fabulosa viagem de três aventureiros: de moto desde o Chuí (RS) até a Praia do Goiabal (AP),  

Assista por partes, pois é longo. Mas vale a pena:

https://youtu.be/jjqDT1PTxQw



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Informação super-mega-relevante sobre os SETE ANÕES

Aproveitando uma questão levantada no movimentado grupo fechado de WhatsApp “MANDIC WBBS”, gostaria de proporcionar aos amigos e amigas um mnemônico inventado por volta de 1990 pelo amigo CHARLES HIRAKAWA MIRANDA — SysOp do Hot-Line BBS, depois Inside BBS — para nunca mais esquecermos os nomes dos sete anões em português:

SOFEDE@MEDUZA (pronuncia-se SOFEDE at MEDUZA)

  • SOneca
  • FEliz
  • DEngoso
  • @chim (ATchim)
  • MEstre
  • DUnga
  • ZAngado 
O brilhante lampejo criativo do Charles se deu num dos memoráveis jantares no sagrado Siri, na Tijuca <https://bit.ly/32JHzq8>.

PS: Nosso lema é servir.

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Carta para uma médica

Boa noite, prezada Drª Denise Carvalho <https://www.instagram.com/dra.denise_decarvalho/>. Aqui quem escreve é um fã seu e de seu trabalho. Aplaudo de pé a iniciativa de congregar os médicos que adotam a medicação imediata para tratar COVID-19 em seu post https://www.instagram.com/p/CNwykr7nXfG/ e levar esta informação ao público via Instagram. No entanto, em 2021-04-19 esta postagem tinha 1432 comentários, dos quais 841 eram principais e o restante, respostas. É muito trabalhoso alguém encontrar nesse post um médico perto da sua cidade em meio a tantos comentários. Pior ainda se a pessoa estiver em apuros e desesperada procurando por um médico para se tratar logo nos primeiros dias de sintomas suspeitos. Tentei capturar todos os comentários na munheca e salvar tudo depois num arquivo-texto ou no Google Docs, mas isso se mostrou uma trabalheira do cão. Assim sendo, procurei pela rede e encontrei um serviço pago de captura de comentários em redes sociais, cujo link é https://www.instaloadgram.com. Paguei US$ 5,00 para baixar os comentários do seu esplêndido post. O site os salva em uma planilha do Google. A ferramenta infelizmente não captura respostas a comentários, apenas os comentários principais. Mas já é alguma coisa, pois permite facilmente buscar por texto dentro do próprio Google Planilhas. Aqui está a planilha com os comentários, oferecida apenas para leitura, não para edição. Os cabeçalhos da planilha são: date-GMT (data-hora do comentário), timestamp, text (teor do comentário), user_id, username (identificação do usuário no Instagram), profile_url (link do perfil do usuário), profile_pic_url (link para a foto do usuário) e comment_id. O link da planilha é: http://bit.ly/comentarios-2021-04-19 Abraços, - Carlos Alberto Teixeira — PS: Parabéns pelo notável trabalho de salvar vidas e de promover a medicação imediata!

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Conhece o Google Earth Timelapse?

O Earth Timelapse é um vídeo global ”zoomável“ que permite acompanhar como a ocupação do solo de 17 regiões mudou ao longo de 37 anos.

https://earthengine.google.com/timelapse/

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Biblioteca de Agroecologia

Recebi de um amigo o link para uma biblioteca riquíssima e muito interessante. Dê um passeio pelos títulos e deslumbre-se.

http://www.ecoagri.com.br/biblioteca-capas/

Títulos que logo me encantaram:

  • Expedições às Montanhas da Amazônia (Fabuloso!)
  • O livro da auto-suficiência
  • Como posso aumentar a minha imunidade em tempos de Coronavírus com remédios naturais?

O acervo abrange Agricultura, Agrofloresta, Alimentação, Arquivo, Autossuficiência, Design agroecológico, Expedições de coleta, Guias e manuais, Microrganismos, PANC, Pesquisas e relatórios, Poda, Projetos acadêmicos, Receitas, Sementes, Solo, Técnicas e Tratamento de águas.

O ECOAGRI é uma comunidade direcionada a pessoas que desejam plantar com respeito ao meio ambiente. O objetivo desta comunidade é promover esta atividade, fornecendo de forma gratuita ferramentas avançadas da Tecnologia da Informação para divulgação de projetos, pessoas, equipamentos, métodos, experiências e muito mais, entre todas as pessoas, de uma forma mais ampla e integral.

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